quarta-feira, 17 de junho de 2026

REDUZIR O CONSUMO DE AÇÚCAR PODE AUMENTAR SUA VIDA EM ATÉ 10 ANOS

 



Sabia que cortar o açúcar pode não só melhorar sua saúde, mas também prolongar sua vida? 🍬👋 Segundo especialistas, reduzir a ingestão de açúcar pode aumentar sua expectativa de vida em até 10 anos! 🎉 Isso porque o excesso de açúcar está ligado a doenças graves como câncer, Alzheimer, doenças cardíacas e obesidade. Além disso, uma dieta com menos açúcar diminui a inflamação no corpo e melhora a qualidade de vida, especialmente para quem tem mais de 50 anos. 💪

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é consumir menos de 25 gramas de açúcar por dia – o que equivale a cerca de 6 colheres de chá. 🔍📉


📸 Foto Reprodução


💬 Você já pensou em reduzir o consumo de açúcar? Conte nos comentários e compartilhe com aquele amigo que precisa dar um up na saúde! 👇


#Saúde #Longevidade #SemAçúcar #FolhaDeGoias #BemEstar #VidaSaudável

segunda-feira, 15 de junho de 2026

35ª Corrida do Fogo celebra 170 anos do CBMDF em Brasília

 

Com 8 mil inscritos, edição histórica ocupou a Esplanada dos Ministérios, bateu recorde de participação e estreou categoria para transplantados (Fotos: @eixoprodutora)

Cerca de 15 mil pessoas acompanharam, no último domingo, 14 de junho, a 35ª Corrida do Fogo, realizada na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A edição reuniu mais de 8 mil corredores, além de familiares e admiradores do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), em uma celebração ao esporte, à saúde e aos 170 anos da corporação.

Com percursos de 5 km e 10 km, a prova teve todas as inscrições esgotadas com mais de 60 dias de antecedência, estabelecendo um novo recorde. A arena recebeu atletas civis, bombeiros militares da ativa e veteranos, pessoas com deficiência, corredores com 60 anos ou mais e transplantados.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, e o deputado distrital e bombeiro militar veterano Roosevelt Vilela participaram do percurso de 5 km.

“Correr com os bombeiros tem um gosto muito especial. Isso nos aproxima e demonstra o respeito do Governo do Distrito Federal por uma instituição que tanto orgulha a população”, afirmou Celina Leão.

Roosevelt Vilela lembrou que sua ligação com a prova começou nas primeiras edições, quando colaborava com a organização. Neste ano, também contribuiu para o evento por meio de emenda parlamentar. “A corrida tem tudo a ver com o Corpo de Bombeiros. Nossa atividade exige preparo físico e promove saúde não apenas entre os militares, mas em toda a comunidade”, destacou.

O comandante-geral do CBMDF, coronel Moisés Alves Barcelos, ressaltou o simbolismo da edição. “Celebramos os 170 anos do Corpo de Bombeiros e os 35 anos da corrida, incentivando o esporte, a saúde e a integração com a sociedade. Para 2027, nossa meta é chegar a 10 mil participantes”, anunciou.

À frente da organização, o comandante do Centro de Capacitação Física do CBMDF, tenente-coronel Fernando Dias de Moura, destacou a satisfação com o resultado. “Batemos o recorde de inscritos e esgotamos as 8 mil vagas com mais de 60 dias de antecedência. Ver a arena cheia, os corredores participando e o público feliz é muito gratificante”, afirmou. Segundo ele, as primeiras novidades da próxima edição devem ser divulgadas nas próximas semanas.

Destaques nos pódios

Além dos troféus, os três primeiros colocados, nos gêneros feminino e masculino, das categorias Público Geral, Bombeiro Militar e Bombeiro Militar Veterano receberam premiação em dinheiro nos percursos de 5 km e 10 km. Os campeões ganharam R$ 1 mil; os segundos colocados, R$ 700; e os terceiros, R$ 500.

Nos 5 km do Público Geral, o pódio feminino foi formado por Thalyta Fraga Soares, Maria Gabriela Jesus de Souza e Luiza Giovenardi Goretti. No masculino, os três primeiros foram Daniel dos Santos, Samuel Gomes Vieira da Silva e Roque Lane de Almeida Lara. Entre os bombeiros militares da ativa, venceram Silvia de Araujo Jacomo, Paula Cristina de Deus Dini e Mariana da Costa Alves, no feminino, e Fellipe Antonio Eloi Miranda, Cezar Souza Barbosa e Romualdo Lima de Medeiros, no masculino.

Inclusão com nova categoria

A edição de 2026 ampliou o compromisso da Corrida do Fogo com a inclusão ao estrear a categoria Transplantados, nos 5 km, para homens e mulheres. A novidade se soma às categorias destinadas a pessoas com deficiência e atletas com 60 anos ou mais, ampliando a representatividade na prova.

“Foi muito especial. É a primeira corrida em Brasília que abre uma categoria para transplantados. Iniciativas assim incentivam quem passou por um transplante a se manter ativo. Eu não corro para competir, corro para participar, e isso já tem uma importância enorme”, relatou a corredora Andreia Mesquita.

Realizada pelo CBMDF, em parceria com o CECAF, o Clube dos Bombeiros de Brasília a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, a Corrida do Fogo de 2026 contou com o importante apoio de empresas e instituições locais: Alpha Co, Vitafor, Proasa Saúde, Lotus, Rede D’Or, Correio Braziliense e Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas (SBH), representada pela Domed, Hospital Anchieta e Hospital Daher Lago Sul, Riacho Tintas e Coral Tintas.

Fonte: https://blogdoamarildo.com.br/  E CBM DF

domingo, 14 de junho de 2026

PIX GANHA STATUS DE ALTO RENOME E TERÁ PROTEÇÃO ESPECIAL DE MARCA

 



O governo federal registrou o Pix como uma marca de alto renome junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). 

A medida foi anunciada nesta quarta-feira (10) pelo ministro em exercício do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão.

Com o novo status, o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central passa a ter uma proteção jurídica especial e ampliada no mercado nacional.


📸 Marcello Casal Jr/Agência Brasil

📲 Mais informações no site band.com.br


#BandJornalismo

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Hospital Cora completa um ano e amplia atendimento oncológico em Goiás

 


Unidade já realizou mais de 1,4 mil cirurgias e atende pacientes de diferentes estados brasileiros

Um ano após a inauguração, o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora) contabiliza 420 novos pacientes atendidos, mais de 2,4 mil sessões de quimioterapia e 5,4 mil consultas médicas ambulatoriais.

Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (10) pelo governador de Goiás, Daniel Vilela, durante o balanço das atividades da unidade, que atende pacientes oncológicos infantojuvenis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Ao lado da primeira-dama Iara Vilela, o governador destacou que o hospital ampliou o acesso a tratamentos de alta complexidade para pacientes de Goiás e de outros estados. O complexo recebeu investimento de R$ 255,8 milhões e iniciou as atividades em junho de 2025.

“É importante comemorar esse primeiro ano. Só ele já justifica todo o investimento, todos os desafios que foram superados inicialmente com a determinação do governador Ronaldo Caiado de oferecer, às famílias goianas e a outros brasileiros, um tratamento de qualidade”, afirmou Daniel. “A gente tem aqui um hospital de combate ao câncer infantil. O mais efetivo que tem no combate à doença, com todos os equipamentos modernos e que permitem tratamentos tão evoluídos”, acrescentou.

Segundo o governador, a unidade reduziu a necessidade de deslocamento de famílias que antes buscavam atendimento em outros centros especializados.

“Quando você tem um diagnóstico dessa doença, você inicia não só uma batalha de saúde, mas existem outras. Por exemplo, a de tantas pessoas que têm que deixar o seu trabalho, a sua renda, mudar com os seus filhos para Barretos, que era sempre o ponto mais buscado pelas famílias mais simples do nosso estado, que não tinham recursos para se tratar no privado”, disse.

“A partir do momento que tem o Cora, a gente modifica a vida dessas pessoas e minimiza esse momento de tanta dificuldade, essas batalhas vividas por essas pessoas”, completou Vilela.

Fila zerada 

Responsável pela gestão do hospital e presidente da Fundação Pio XII, Henrique Prata afirmou que a unidade contribuiu para zerar a fila de tratamento oncológico infantil em Goiás.

“Pessoas de Goiás, Tocantins, estavam indo para Porto Velho porque não tinha vaga em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília e tinham de se dirigir para qualquer parte do país. Essa fila para Goiás acabou”, declarou.

Prata também avaliou que a estrutura oferecida pelo Cora supera a de hospitais privados de referência.

“Essa estrutura oferecida é superior a qualquer serviço privado que tem na capital de Goiás ou que tem na capital de São Paulo. As provas disso são científicas. E é graças ao Tesouro do Estado de Goiás, a gestão do ex-governador Ronaldo Caiado e do governador Daniel Vilela que assumiram isso sem dividir com o governo federal.

O estado não ficou esperando parceria com ninguém. Assumiu, isso é uma responsabilidade de gestão”, afirmou.

Relatos positivos

Além dos resultados assistenciais, pacientes e familiares relataram os impactos do atendimento recebido.

Mãe de Noah, atendido na unidade há quase um ano, Bianca Rodrigues afirmou que a abertura do hospital evitou a transferência da família para outro estado. “Achei maravilhoso, porque não permitiu a gente deslocar para outra cidade; estava na iminência de ir para outro hospital, ou para Barretos ou para Brasília”, disse. “Desde quando abriu, sempre fomos bem assistidos. O tratamento foi rápido: assim que abriu, já fez a cirurgia, acompanhamento e biópsia. Então, pra gente foi maravilhoso.”
Márcia Apinajé Santiago, mãe de Rômulo, de 18 anos, diagnosticado com leucemia aos 17, também relatou a experiência da família.

“O plano era ir para Brasília, porque temos parentes lá. Quando chegamos aqui em Goiânia, uma pessoa falou que o governador tinha construído esse hospital, comparado com o de Barretos”, contou. “Desde o dia que ele [Rômulo] entrou aqui, nunca faltou nada. Já no primeiro dia, ele foi super bem atendido. Ele tá super bem agora; vamos ficar só acompanhando. Era para ser um tratamento de um a dois anos, mas ele reagiu tão bem. A gente só tem a agradecer.”

Natural de Araguatins (TO), Fabiana Santos Maiada também enfrentou dificuldades até encontrar atendimento para o filho, Mário Francisco, de 15 anos.

“Meu filho recebeu diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda B2 e daí veio toda essa trajetória nossa de transferência para um hospital onde tivesse tratamento. Foi um tempo muito angustiante. Porque além da doença, a gente também tem a luta financeira. Porque não tinha como meu esposo trabalhar. Ele [Mário Francisco] ficou 3 meses internado”, relatou.

Fabiana lembra que soube da abertura do hospital ainda durante o tratamento do filho em Rondônia. “Em março de 2025, uma enfermeira do Hospital em Rondônia falou que que ia ter esse hospital aqui. E foi como uma chuva de bençãos para o meu filho Mário Francisco. Ele se sentiu mais vigoroso, com vontade de viver, de lutar contra essa doença.”

Sobre a estrutura

O Cora conta com 60 leitos pediátricos, incluindo internação, observação, UTI pediátrica, centro cirúrgico, unidade de quimioterapia e setor de transplante de medula óssea.

A estrutura também dispõe de equipamentos de ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassom, raio-X digital e centro de reabilitação com tecnologia robótica.

O secretário estadual da Saúde, Rasível Santos, destacou os resultados obtidos desde a inauguração. “Estamos acompanhando muitas curas acontecendo aqui no Cora, resultado de uma política pública de muita responsabilidade, começada com o ex-governador Ronaldo Caiado e agora sendo conduzida pelo nosso governador Daniel Vilela”, afirmou.

Ao destacar o papel que a unidade vem desempenhando no atendimento oncológico em Goiás, o diretor-geral do Cora, Rafael Mendonça, ressaltou que o hospital se consolidou como um espaço de acolhimento, integração entre equipes e apoio às famílias durante o tratamento.

"O Cora tem uma importância ímpar nesse Estado. Eu tenho repetido sempre que ele é o hospital dos encontros. Aqui os profissionais se encontraram, as famílias se encontraram e os pacientes se encontraram. E com um objetivo único, que é cura", pontuou.

Números

A oncologia pediátrica concentra o maior volume de atendimentos do hospital, com 3,8 mil registros realizados no período. Outro avanço foi a implantação do serviço de transplante pediátrico de medula óssea.

Até o momento, o Cora realizou quatro transplantes autólogos de células-tronco em crianças e aguarda a regulação necessária para iniciar os transplantes alogênicos, quando o paciente recebe tecido de um doador compatível.

Ao longo do primeiro ano, foram realizadas 2,4 mil sessões de quimioterapia. O atendimento multidisciplinar somou 8,3 mil consultas em áreas como enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição, fonoaudiologia, terapia ocupacional e odontologia.

O centro cirúrgico contabilizou 1,4 mil procedimentos, entre eles 242 cirurgias de grande porte, 198 de médio porte e 958 de pequeno porte.

A maior parte dos pacientes atendidos (98,25%) é de Goiás, embora o hospital também tenha recebido pessoas do Distrito Federal, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas.

Na avaliação dos usuários, o hospital alcançou índice de 84,5% no Net Promoter Score (NPS), indicador que o posiciona na faixa de excelência. Já levantamento da Ouvidoria, realizado entre fevereiro e maio, mostrou que 98,6% dos pacientes e familiares recomendariam a unidade para amigos e parentes.

A estrutura física obteve 100% de aprovação. A equipe multiprofissional registrou índice de 98,6%; a equipe médica, 95,9%; e a enfermagem, 91,89%.

Parceria com o Crer

O hospital também está em fase final de negociação de uma parceria com o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer).

Pelo acordo, pacientes elegíveis para terapia robótica serão encaminhados ao Cora, que dispõe de quatro robôs voltados à reabilitação. A expectativa é atender cerca de 10 pacientes do Crer por semana, sempre às sextas-feiras, após triagem para identificação dos casos aptos ao uso da tecnologia.
 



Fonte: Brasil 61

quarta-feira, 10 de junho de 2026

CRISE NO PARTIDO REPUBLICANOS-- SENADOR CLEITINHO ( MG), FALA UMAS VERDADES E BISPO DA UNIVERSAL QUE É DONA DO PARTIDO NÃO GOSTOU

 



O cenário político em Minas Gerais ganhou novos capítulos de tensão após uma troca de declarações públicas entre o senador Cleitinho (MG) e o presidente nacional do Republicanos, o deputado federal e bispo da Igreja Universal Marcos Pereira. 


A divergência gira em torno da garantia de legenda para uma eventual candidatura de Cleitinho ao governo mineiro nas eleições de 2026.


​A reação de Marcos Pereira


​Após Cleitinho manifestar publicamente que não confiava totalmente nas promessas da cúpula de seu partido, Marcos Pereira reagiu de forma incisiva. 


O presidente do Republicanos afirmou que o senador "não tem segurança do que realmente quer" e ressaltou que, embora já tenha assegurado a legenda ao parlamentar por diversas vezes, Cleitinho parece não conhecê-lo o suficiente para saber que ele possui "uma só palavra".


​As duras críticas de Cleitinho


​O mal-estar se intensificou após uma entrevista de Cleitinho à newsletter Jogo Político, do jornal O Globo.


Na ocasião, o senador não poupou críticas a figuras ligadas à sua própria legenda. 


Ele chamou o ex-deputado Eduardo Cunha — aposta do Republicanos para puxar votos em Minas Gerais — de "vagabundo" e disparou contra o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, rotulando-o de "falso profeta".


​Cleitinho, que aparece liderando as pesquisas de intenção de voto no estado (com 37% na última pesquisa Quaest), adota uma estratégia de mistério sobre suas reais intenções para o Executivo mineiro. 


O parlamentar declarou que só pretende tomar uma decisão definitiva mais adiante, ironizando a pressa de adversários que estão atrás nas pesquisas e afirmando que, no momento, prefere focar em assistir aos jogos da Copa do Mundo.


​O fator Flávio Bolsonaro e o PL


​A indefinição de Cleitinho mexe diretamente com as estratégias da direita no estado. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, atua para consolidar um palanque forte em Minas Gerais e saiu em defesa do aliado. 


Flávio declarou confiar "100%" em Cleitinho, elogiando sua capacidade para assumir um cargo no Executivo e rebatendo críticas de que ele não estaria preparado.


​Apesar do apoio explícito do grupo bolsonarista ao nome de Cleitinho, o PL também trabalha com outros cenários de bastidores. 


Em reuniões recentes com o próprio Marcos Pereira, dirigentes do PL ventilaram desenhos alternativos que incluem o empresário Flávio Roscoe (ex-presidente da Fiemg) na cabeça de chapa ou compondo como vice em uma eventual aliança formal entre as duas siglas.


​Fontes:

​Reportagem de Fernanda Alves publicada no portal O Globo em 05/06/2026.

​Entrevistas concedidas à newsletter Jogo Político (por Thiago Prado) e ao jornal O Tempo.

​Dados de intenção de voto citados da pesquisa Quaest.

terça-feira, 9 de junho de 2026

Reforma do Seguro Rural deve ser aprovada ainda este mês, espera bancada agropecuária no Congresso Nacional


ntenção é que o novo mecanismo de política agrícola esteja disponível para o Plano Safra 2026-2027; para diretor da Associação Comercial e Empresarial de Toledo (PR), medida pode reduzir inadimplência e ampliar a proteção dos produtores

 O Projeto de Lei 2951/24, aprovado há cerca de duas semanas na Câmara dos Deputados, não deve demorar a ser votado no Senado Federal. Essa é a expectativa das lideranças da bancada da agropecuária no Congresso Nacional, para que as mudanças estejam valendo antes do lançamento do Plano Safra 2026-2027.

para que as mudanças estejam aprovadas antes do lançamento do Plano Safra 2026-2027.

“Está bem encaminhado, vamos dizer assim. Não estou fazendo alteração no texto sem combinar com a senadora [Tereza Cristina, PP-MS], que é a autora do texto, e buscando efetivamente o entendimento nesse sentido”, afirmou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR).

A matéria reformula a política agrícola e o Prêmio do Seguro Rural (PSR). O texto trouxe novidades, como taxas de juros menores e prioridade em operações de crédito rural quando elas estiverem seguradas, com o prêmio bancado pelo “Fundo Catástrofe”, abastecido com recursos públicos, o que deve garantir a execução dos contratos e tornar o modelo mais atrativo.

Um dos pontos de maior atrito entre deputados e equipe econômica do governo era a origem da despesa, que seguiu no Ministério da Agricultura, a contragosto dos parlamentares representantes do agro, que preferiam a transferência da responsabilidade para o Ministério da Fazenda, por entenderem que seria mais difícil de ser bloqueado ou contingenciado.

“Ele ficou muito mais abrangente no texto da Câmara, a gente precisava disso, principalmente para ele ter uma eficácia mais rápida. A questão do fundo, acho que é o ponto principal e ele sim está sendo bem constituído ali pela pela pelo projeto. Agora, claro que a origem dos recursos que é a grande discussão”, avaliou Lupion.

Originalmente, a proposta foi apresentada no Senado e aprovada em dezembro do ano passado, quando seguiu para a Câmara. Diante das mudanças substanciais no texto de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), a matéria retorna para a casa de origem, que deve votar se mantém as alterações ou se retoma o primeiro formato.

Expectativa do setor produtivo

A espera de maior disponibilidade de recursos não está somente nos corredores do Congresso Nacional. O setor produtivo compartilha da perspectiva de que, com a subvenção do seguro rural com verbas de fundos públicos, haja maior segurança nas operações e maior procura por apólices.

“Na nossa visão, é fundamental esse aumento do valor do limite, para que mais produtores possam acessar e, obviamente, proteger a sua produção, seja ela por uma intempérie climática ou até por alguma sinistralidade”, afirmou Anderson Sabadin, diretor de agro e conselheiro da Associação Comercial e Empresarial de Toledo/PR (ACIT).

Ainda segundo Sabadin, que também atua como diretor-presidente da Primato, uma das maiores cooperativas agroindustriais do Paraná, o incentivo e adesão à securitização agrícola tende gerar um efeito multiplicador. Com menos riscos na operação, o produtor rural consegue reduzir os custos de produção e diminuir a inadimplência de toda a atividade, criando um ciclo virtuoso.

“Você tende a diminuir também essa questão de exposição ao risco, onde nós vemos vários produtores em dificuldade, ficando inadimplentes ou até mesmo algumas RJs [recuperações judiciais], que vêm prejudicando em si a imagem do agro. Isso tudo muda, uma vez que o produtor está mais protegido, a tendência é cair o custo das operações financeiras”, explicou o executivo.

Panorama

Os últimos anos demonstram uma estagnação de contratação e recursos do PSR.  De R$ 1,15 bilhão em 2021, ano do maior montante destinado e executado à subvenção, os valores caíram para R$ 565,3 milhões no ano passado, menor nível desde 2019, segundo o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura.

Para este ano, o orçamento disponibilizado para o programa foi de R$ 1,01 bilhão. Bem abaixo dos R$ 4 bilhões apontados por entidades do setor agropecuário como necessários.

A escassez de recursos se reflete na baixa contratação do seguro rural. A plataforma do Ministério da Agricultura aponta para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.



Fonte: Brasil 61

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Goiás recebe novos equipamentos para ampliar oferta de cirurgias no SUS

 

  • Entrega integra ação nacional do Ministério da Saúde que prevê 300 combos cirúrgicos e 40 tomógrafos em todo o país, com investimentos superiores a R$ 546 milhões

Foto: Luciano Velleda/ MS 

O estado de Goiás será contemplado com 14 combos cirúrgicos dentro das ações do Novo PAC Saúde, em uma entrega nacional que teve nova etapa de contratos assinada nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Nesta fase, o Ministério da Saúde prevê a aquisição de 150 novos combos cirúrgicos e 20 tomógrafos. Ao todo, serão entregues 300 combos cirúrgicos e 40 tomógrafos, destinados a 185 municípios em todos os estados do país, com investimento de R$ 546 milhões. No estado, o investimento total é superior a R$ 21 milhões. 

Em todo o país, os combos viabilizam a realização de 428 mil cirurgias eletivas por ano e contribuem para a redução das filas e do tempo de espera por procedimentos especializados, além de promover a modernização tecnológica da rede pública de saúde. 

Do total destinado ao estado de Goiás, há combos de cirurgia geral e oftalmológica que já estão em uso e promovem mais agilidade e segurança em procedimentos de média e alta complexidade. Foram beneficiadas instituições de saúde dos municípios de Anápolis, Aparecida de Goiânia, Formosa, Goiânia, Luziânia, Pirenópolis, Rio Verde, Santa Helena de Goiás e Uruaçu.

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