sexta-feira, 29 de maio de 2026

Indústria perde até R$ 39 bilhões por ano com mercado ilegal, aponta CNI

 


Roubo de cargas, contrabando e produtos fora das normas afetam um terço das empresas brasileiras e elevam gastos com segurança

Um terço das empresas industriais brasileiras foi afetado por atos ilícitos nos últimos dois anos. É o que revela a Sondagem Especial Brasil Legal, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a perda anual sobre a receita líquida de vendas pode chegar a R$ 39 bilhões

O estudo mostra que 31% das empresas relataram prejuízos provocados por práticas ilegais como contrabando, descaminho, contrafação, não conformidade técnica e crimes patrimoniais. O impacto foi maior entre médias e grandes empresas, atingindo 32% e 33% delas, respectivamente, enquanto entre as pequenas o percentual ficou em 25%.

Apesar disso, pequenas e médias empresas sofrem impactos mais severos sobre o faturamento. Os atos ilícitos representaram perdas equivalentes a 0,6% da receita líquida anual nas pequenas empresas e 0,8% nas médias. Entre as grandes, o índice foi de 0,4%

O gerente de Competitividade da CNI, Alexandre de Queiroz Stein, explica que, embora os impactos das ilegalidades sejam mais frequentes entre grandes empresas, os prejuízos financeiros tendem a pesar proporcionalmente mais sobre os pequenos negócios

“Isso ocorre porque as pequenas empresas apresentam maior vulnerabilidade diante da ilegalidade, justamente por elas disporem de menos recursos para se prevenir contra crimes, realizar monitoramento e até mesmo dar resposta aos riscos que favorecem essas ocorrências”, afirma.

Segundo Stein, um mesmo tipo de infração pode ter consequências muito diferentes dependendo do porte da empresa

“Por exemplo, o furto de uma carga ou de um equipamento pode significar muito em relação aos recursos que uma pequena empresa tem disponíveis e não significar tanto em relação aos recursos de uma grande empresa”, explica. 

A pesquisa também aponta que, para 50% das empresas impactadas, a principal consequência dos atos ilícitos foi a perda de receita bruta. Em seguida aparecem a redução da participação de mercado, citada por 30%, e o aumento dos custos com segurança, mencionado por 28%

Roubo de carga lidera crimes contra a indústria 

Entre os atos ilícitos mais recorrentes, o roubo de carga aparece na liderança. Segundo a pesquisa, 32% das empresas afirmaram ter sido diretamente afetadas por esse tipo de crime. 

Somente no estado do Rio de Janeiro, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) estimou um prejuízo de R$ 314 milhões em 2025, com média de oito caminhões atacados por dia

O segundo problema mais citado pelas empresas foi a “não conformidade de produtos com regulamentações técnicas”, apontada por 29% dos entrevistados. A prática envolve a comercialização de produtos fora dos padrões técnicos, regulatórios ou de segurança exigidos por lei, incluindo ausência de certificações obrigatórias, rotulagem inadequada e descumprimento de normas de qualidade

Entre pequenas e médias empresas, esse foi o principal problema apontado, atingindo 26% e 33% dos negócios impactados, respectivamente. 

Stein ressalta que a comercialização e o uso de produtos fora das regulamentações técnicas representam riscos não apenas para as empresas, mas para toda a sociedade, com impactos sobre a segurança do consumidor e a economia

“Empresas que, ilegalmente, não estão de acordo com as regulamentações técnicas estão se valendo de uma prática de concorrência desleal. Porque as empresas que estão dentro da legalidade fazem uma série de investimentos, por exemplo, em laboratórios, testes e certificações. Logo, elas terão um custo maior do que as outras que não estão cumprindo com a conformidade exigida”, afirma.

Segundo o especialista, esse cenário também compromete o ambiente de negócios e reduz a segurança para novos investimentos

“Quando a empresa se depara com um mercado em que a concorrência não é justa, ela tem uma insegurança e um risco associado aos seus investimentos. Logo, há uma tendência de diminuição de investimentos, de geração de empregos e de produção industrial como um todo”, completa. 

Custos com prevenção superam perdas causadas pelo crime

O levantamento mostra ainda que a prevenção contra os atos ilícitos custa mais do que o crime. As despesas da indústria com segurança patrimonial e cibernética equivalem a 1,1% da receita líquida das empresas, totalizando R$ 68,5 bilhões. O valor supera os R$ 39,1 bilhões em prejuízos diretos causados pelos atos ilícitos

Ao mesmo tempo, a sondagem da entidade mostra que o comércio eletrônico já é o segundo principal canal de venda de produtos ilícitos e que muitas empresas sequer conseguem identificar em quais plataformas esses produtos estão sendo comercializados

“Esses dados reforçam a importância da prevenção digital e de adotar um arcabouço de segurança que vá além da segurança patrimonial. Sem inteligência cibernética ativa para monitorar redes, identificar fraudes de marca e combater o mercado paralelo online, a indústria vai continuar gastando recursos relevantes para proteger o patrimônio físico, enquanto, na verdade, perde mercados e receita nos meios digitais", analisa o gerente da CNI.

Fiscalização é apontada como principal medida de combate

Para 77% das empresas entrevistadas, ampliar a fiscalização e o controle é a medida mais importante para combater os efeitos da ilegalidade, enquanto 46% também acreditam que investimentos em inteligência podem aumentar a eficácia no enfrentamento ao crime e 36% defendem o endurecimento da legislação

A pesquisa também aponta que 41% das empresas consideram que os órgãos estaduais de segurança pública — como as polícias Civil e Militar — são os que mais precisam de fortalecimento, devido à forte atuação do crime em mercados locais e vias de transporte. 

Na sequência aparecem a Polícia Federal, citada por 38% dos entrevistados, e a Receita Federal, mencionada por 36%, principalmente pelo papel no combate a esquemas estruturados e na fiscalização de portos, aeroportos e fronteiras. 

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Fonte: Brasil 61

quarta-feira, 27 de maio de 2026

GUARÁ – Quinta edição da Caminhada do Forró, leva música e tradição às ruas do Guará

 

  • O evento será realizado no dia 31 de maio, a partir das 10h, na Rua do Lazer, no Guará II, com cortejo cultural, apresentações musicais e participação de grupos tradicionais

A Caminhada do Forró chega à quinta edição com a promessa de movimentar a manhã deste domingo (31/05), a partir das 10h, na Rua do Lazer, na QI 27. O evento reúne música, dança e manifestações populares em um cortejo aberto ao público. Os organizadores reforçam a valorização da cultura local e das tradições nordestinas presentes na cidade.

A programação contará com apresentações das bandas Cangaceiros do Cerrado, Trio Caxicó e Potência do Cerrado, em um encontro que mistura ritmos regionais, forró e expressões contemporâneas da cultura popular. O evento é organizado pela Confraria Diversão e Arte, em parceria com o projeto Kombinando Cultura e Ideias, responsáveis pela realização.

Além do caráter cultural, a Caminhada também marca o lançamento oficial do Grande São João do Guará, um dos principais festejos juninos do Distrito Federal. A festa está programada para os dias 12, 13 e 14 de junho, a partir das 17h, no estacionamento do Edifício Consei, e reunirá atrações musicais, quadrilhas juninas e programação voltada ao público de todas as idades, com expectativa de mais de 30 mil pessoas nos três dias de evento.

O idealizador do evento, Miguel Edgar, destaca o papel da atividade no fortalecimento da cultura popular: “A Caminhada do Forró busca ampliar o acesso às diversas manifestações culturais presentes no Brasil, com foco especial nas tradições nordestinas e nas expressões do Cerrado. Nossa intenção é fortalecer o encontro entre artistas locais e a comunidade. Cada edição amplia esse movimento coletivo, com participação popular e valorização das raízes culturais”, afirma.

SERVIÇO: 5ª Caminhada do Forró

Data: 31 de maio de 2026

Horário: a partir das 10h

Local: Rua do Lazer – Guará II, Distrito Federal

Atrações: Cangaceiros do Cerrado, Trio Caxicó e Potência do Cerrado

Realização: Confraria Diversão e Arte e Kombinando Cultura e Ideias

Fonte:https://blogdoamarildo.com.br/

terça-feira, 26 de maio de 2026

BANCO CENTRAL CONFIRMA O FIM DE NOTAS DE DINHEIRO EM PAPEL POR CONTA DO AVANÇO DO PIX

 



O Banco Central confirmou a retirada gradual das cédulas de dinheiro em papel da primeira família do real (lançadas em 1994), mas as notas continuam válidas enquanto estiverem em circulação: bancos e caixas devem recolhê-las ao receber e substituí-las por séries mais novas, em um processo lento de substituição que não invalida o poder de compra das cédulas antigas.

O dinheiro em papel vai desaparecer do Brasil?


Não, o papel-moeda não vai sumir imediatamente. Apenas as cédulas da primeira família do real (R$2, R$5, R$10, R$20, R$50 e R$100 de 1994) estão sendo retiradas progressivamente de circulação.

As famílias posteriores de notas continuam normais e serão as principais substitutas. O recolhimento é feito pelos bancos quando as notas voltam aos cofres, sem obrigatoriedade de troca imediata para o cidadão.

As minhas notas antigas ainda têm valor?


Sim, as cédulas da primeira família continuam válidas e podem ser usadas em pagamentos enquanto forem aceitas. O BC reforça que não houve declaração de perda de valor econômico imediato.

Bancos podem reter essas notas quando recebê-las e não reintroduzi-las no sistema, mas isso é um processo gradual que leva tempo.

Quais cédulas de dinheiro em papel estão sendo recolhidas?

São as notas da primeira família do real emitidas em 1994, incluindo os valores de R$2 a R$100. Essas cédulas têm mais de 30 anos e estão sendo substituídas por séries posteriores.


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(Reprodução: oantagonista)

segunda-feira, 25 de maio de 2026

*VEM AÍ: GOIÁS SOCIAL EM AÇÃO LEVA DIVERSOS SERVIÇOS GRATUITOS À POPULAÇÃO DE ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS*



*Segunda-feira, 25 de maio de 2026*


A população de Águas Lindas de Goiás contará com uma grande ação de cidadania e assistência social nos dias *29 e 30 de maio,* por meio do programa *Goiás Social em Ação,* realizado em parceria com o *Governo de Goiás e a Prefeitura Municipal.*


O evento será realizado na *área ao lado da Feira Central, próximo do Águas Lindas Shopping,*  No dia *29 de maio, os atendimentos acontecerão das 8h às 17h,* e no dia *30 de maio, das 8h às 12h.*


A iniciativa reúne diversos órgãos estaduais e municipais, oferecendo atendimentos gratuitos em várias áreas, garantindo mais acesso à cidadania, saúde, assistência social, documentação, esporte e lazer.


A *Prefeitura de Águas Lindas de Goiás,* por meio da gestão do prefeito *Dr. Lucas Antonietti,* reforça o compromisso com a promoção da dignidade, inclusão social e qualidade de vida da população, ampliando o acesso aos serviços essenciais para as famílias do município.


A *Secretaria Municipal de Assistência Social,* sob o comando do secretário *Éder Nunes,* também participa ativamente da mobilização e apoio à ação, fortalecendo as políticas públicas voltadas às famílias em situação de vulnerabilidade social.


*Durante o Goiás Social em Ação, a população terá acesso aos seguintes serviços:*


• *Defensoria Pública:*

Atendimento e orientação jurídica em geral; divórcio consensual; divórcio litigioso sem filhos menores e sem bens; reconhecimento e dissolução de união estável com conversão em casamento; acordo para regularização de guarda; reconhecimento de paternidade/maternidade; realização gratuita de exame de DNA; ação judicial de retificação de registro civil; alteração de prenome e gênero para pessoas trans; pedido de 2ª via de certidão de nascimento, casamento e óbito; pedido de isenção de taxas para emissão de RG; atendimento às mulheres vítimas de violência.


• *Saneago:*

Renegociação de débitos; solicitação de 2ª via para Água Social; contestação de valor da fatura; entrega de fatura em endereço alternativo; emissão de 2ª via de fatura; reativação de ligação de água; alteração de data de vencimento; certidão negativa de débito; religação de água; cadastro e/ou vistoria de lote alternativo; Expresso Ambiental.


• *Assistência Social:*

CadÚnico.


• *Esporte e Lazer:*

Programa Construindo Campeões e Rua do Lazer com pula-pula e multipark.


• *AGR:*

Atendimento aos usuários dos serviços regulados, como saneamento básico e transporte intermunicipal de passageiros, além de orientações sobre tarifa social de energia e água social.


• *Tribunal de Justiça:*

Conciliação e mediação; divórcio; dissolução de união estável; revisão de pensão alimentícia; reconhecimento de união estável; guarda; regime de convivência; pensão alimentícia; divórcios em geral; indenizações; acidente de trânsito.


• *Saúde:*

Vacinação; carreta da mamografia; exames de prevenção do câncer de colo; exames citopatológicos; atendimento oftalmológico com o Hospital de Olhos da Universidade Federal de Goiás.


• *Iquego:*

Aferição de pressão e glicose.


• *Polícia Civil:*

Emissão de carteira de identidade.


• *Polícia Militar:*

Orientações com equipe do Batalhão Maria da Penha.


• *Vapt Vupt:*

Emissão de CPF; boleto de IPVA; emissão de CRLV; boleto de multa; agendamento de serviço; atendimento multifuncional; Gol Expresso e Ipasgo.


• *Goiás Fomento:*

Orientações sobre desbloqueio e utilização do cartão Mais de Goiás e linhas de crédito.


• *Agehab:*

Balcão de informações dos programas habitacionais.


• *Corpo de Bombeiros:*

Exposição e orientações de primeiros socorros.


• *SEDS:*

Mães de Goiás; Dignidade; Goiás Por Elas; Aprendiz do Futuro; Goiás Inclusivo; Central de Vagas; Passe Livre da Pessoa com Deficiência; Passaporte da Pessoa Idosa; Dignidade Menstrual; Protocolo Todos Por Elas; Corte de Cabelo.


• *Retomada:*

Inscrições para cursos do Cotec e programa Mais Empregos.


• *OVG:*

Atendimento com benefícios e doação de roupas, cadeira de banho, fralda geriátrica, fralda infantil, bengala, 4 portas, leite NAN, colheita móvel de voz, kit enxoval para bebê e mutirão do kit bebê.


A ação reforça a união entre Governo de Goiás e Prefeitura de Águas Lindas para levar serviços essenciais diretamente à população, promovendo inclusão, cidadania e cuidado social.


*Fonte: ASCOM*


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sábado, 23 de maio de 2026

Economia brasileira vive cenário de “equilíbrio precário”, avalia IFI

 


Relatório aponta fragilidade no arcabouço fiscal e crescimento da dívida pública e descarta ajustes profundos em ano eleitoral

A economia brasileira vive um cenário de “equilíbrio precário”, segundo avaliação da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado Federal. A avaliação consta no mais recente Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), divulgado pela entidade na última quinta-feira (21). 

Segundo a IFI, o atual arcabouço fiscal continua se sustentando porque o governo consegue cumprir as metas por meio do uso de descontos legais previstos na legislação — mecanismos que permitem excluir determinadas despesas do cálculo oficial do resultado primário. 

Além disso, o cumprimento das metas também é favorecido pelo uso da banda de tolerância em torno do centro da meta fiscal. Na prática, isso significa que, mesmo sem atingir exatamente o objetivo de déficit zero, o governo ainda pode ser considerado dentro da meta caso permaneça nos limites permitidos pela regra fiscal. 

Apesar disso, a IFI alerta que os déficits primários efetivos seguem recorrentes. Em outras palavras, o governo continua gastando mais do que arrecada nas despesas primárias, enquanto a dívida pública mantém trajetória preocupante de crescimento

O relatório também destaca que os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços do petróleo e derivados abriram espaço para medidas mitigadoras, renúncias fiscais e concessão de subvenções. Segundo a entidade, esse cenário também favoreceu discussões como o fim da “taxa das blusinhas” e contribuiu para a formação de uma margem de segurança para o cumprimento das metas fiscais de 2026

Para os diretores da IFI, Marcus Pestana e Alexandre Andrade, a proximidade do período eleitoral reduz a possibilidade de medidas mais profundas de ajuste fiscal

“Além da votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 (PLDO 2027) e da Lei Orçamentária Anual (LOA 2027), teremos apenas decisões inevitáveis, como a regulamentação do Imposto Seletivo (IS), que substituirá, no próximo ano, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), conforme previsto na Reforma Tributária”, afirmam os diretores. 

Segundo eles, a reestruturação fiscal e orçamentária mais ampla deverá ficar para o próximo mandato presidencial

Previdência segue como ponto de pressão

Mesmo após a reforma estrutural de 2019, as despesas do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) voltaram a crescer em termos reais depois de 2021. De acordo com o RAF, os gastos previdenciários corresponderam, em 2025, a 8,1% do PIB e a 42,9% das despesas primárias totais da União. 

O relatório aponta que o aumento do número de aposentadorias urbanas e rurais, além da expansão de benefícios como o auxílio por incapacidade temporária, reforça a pressão estrutural sobre as contas públicas

Para a IFI, diante do envelhecimento populacional e do peso crescente da Previdência no orçamento, o tema continuará no centro do debate fiscal nos próximos anos. 

Lei de Diretrizes Orçamentárias 2027

O RAF também analisa o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027, que deve ser votado pelo Congresso até 17 de julho de 2026. A IFI avaliou os parâmetros macroeconômicos utilizados pelo governo para embasar a proposta, como projeções de crescimento do PIB, inflação, taxa Selic, câmbio, arrecadação e desemprego

A entidade também examinou as projeções fiscais derivadas dessas estimativas, incluindo receitas, despesas, resultado primário e trajetória da dívida pública

Segundo a IFI, o cenário se torna cada vez mais desafiador diante das metas previstas para o resultado primário: 

  • 0,5% do PIB em 2027;
  • 1,0% em 2028;
  • 1,25% em 2029;
  • 1,5% em 2030.

“Inevitável assinalar que os parâmetros macroeconômicos utilizados pelo governo e que fundamentam os números presentes no PLDO 2027 são extremamente mais otimistas que os utilizados pela IFI”, ressaltam Pestana e Andrade. 

Os diretores acrescentam que as divergências nas projeções para inflação, crescimento econômico, juros e câmbio produzem diferenças relevantes nas estimativas de arrecadação, despesas, resultado primário e evolução da dívida pública nos próximos anos. 

O relatório completo pode ser consultado no portal da Instituição Fiscal Independente.

VEJA MAIS:



Fonte: Brasil 61


sexta-feira, 22 de maio de 2026

TSE DECIDE QUE É PROIBIDO USAR IGREJA PARA PEDIR VOTOS

 



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu cassar os registros de candidatura da prefeita de Votorantim (SP), Fabíola Alves da Silva (PSDB), do vice Cesar Silva (PSDB) e do vereador Pastor Lilo (MDB) após considerar que uma igreja foi utilizada para promoção política durante um culto religioso.

Segundo a decisão, um evento realizado na Igreja do Evangelho Quadrangular de Votorantim virou palco de propaganda eleitoral. O processo cita um vídeo da celebração, onde o pastor responsável pelo culto declara apoio público ao então pré-candidato Pastor Lilo diante dos fiéis.

“Estamos fechados com o pastor Lilo”, afirmou o líder religioso durante o culto, segundo trecho transcrito pela Justiça Eleitoral.

O tribunal entendeu que, apesar de não existir uma tipificação específica para “abuso de poder religioso”, a situação se enquadra como abuso de poder político.

Além disso, os parlamentares também foram responsabilizados por abuso de poder econômico após a Justiça apontar benefício à instituição religiosa por meio do aumento do aluguel de um imóvel da igreja alugado pela prefeitura municipal.

A decisão reforça o entendimento da Justiça Eleitoral de que estruturas religiosas não podem ser utilizadas como palanque político durante campanhas.


Fonte: O Globo


📷 Imagem fictícia/Gerada por IA


#noticias #eleicoes

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Consumo de café cresce 2,44% no primeiro quadrimestre de 2026


 Com a desaceleração dos preços do café nos supermercados, o consumo da bebida voltou a crescer no Brasil. Nos primeiros quatro meses deste ano, registrada uma alta de 2,44% no consumo de café em comparação com o mesmo período do ano passado. Alcançando 4,9 milhões de sacas de 60 quilos.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a recuperação no consumo teve início principalmente em março. Assim, quando o crescimento chegou a 10,25% em relação ao mesmo mês de 2025. Em abril, o consumo continuou em alta, mas em um ritmo um pouco menor, em torno de 3,66%.

“O ano de 2025 foi bastante resiliente com a cafeicultura em geral e culminou com queda no consumo. Começamos o ano de 2026 ainda não recuperando totalmente, mas em março começamos a mostrar um crescimento maior”, explicou o diretor executivo da Abic, Celírio Inácio.

No ano passado, devido à alta nos preços, o consumo de café caiu 2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025 em comparação com o período anterior.

Impacto da oferta e preços

Depois de um pico entre o final de 2024 e o início de 2025, o ano de 2026 começou com uma maior oferta da matéria-prima. O que resultou assim na redução dos preços do produto.

No caso do café tradicional, a queda foi de 15,51% em abril deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado, com o quilo custando assim em torno de R$ 55,34.

Das oito categorias que são monitoradas pela Abic, apenas três registraram alta nos preços ao consumidor:

  • Cafés especiais (16,9%),
  • Descafeinados (21%),
  • Café solúvel (0,55%).

Expectativas para a safra

Para este ano, o setor espera uma safra recorde de café no Brasil, de acordo com o presidente da Abic, Pavel Cardoso. Se a previsão se confirmar, há a possibilidade de uma nova queda nos preços para o consumidor.

“Em 2026, nós teremos uma safra maior do que a de 2025, com potenciais chances de ser maior do que em 2020, quando tivemos uma safra recorde. Havendo uma manutenção nessa expectativa de safra, a gente tende a ter um comportamento mais regular dessas plantações e, com isso, a indústria naturalmente deve transferir [essa queda nos preços] para o varejo”, assim explicou Cardoso a jornalistas.

Com essa perspectiva de uma boa safra e a possível queda nos preços, Cardoso acredita que a consequência deve ser um novo aumento no consumo do produto.

“Sendo regular esse comportamento e reduzindo-se a volatilidade, o entendimento é que a gente terá um comportamento de maior recuperação desse consumo ao longo do ano”.

Produção em crescimento

Na manhã desta quinta-feira (21), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou que a produção de café deverá crescer 18% na safra deste ano em relação ao volume colhido na temporada passada, alcançando 66,7 milhões de sacas.

Se isso se confirmar, esta será a maior produção já registrada na série histórica da Conab, superando em 5,74% a colheita registrada em 2020.

Fonte:https://noticiatodahora.com.br/

Indústria perde até R$ 39 bilhões por ano com mercado ilegal, aponta CNI

  Roubo de cargas, contrabando e produtos fora das normas afetam um terço das empresas brasileiras e elevam gastos com segurança Um terço da...

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