sexta-feira, 13 de março de 2026

Comércio goiano tem alta de 3,7% em janeiro com destaque para vendas de móveis

 


O volume de vendas do comércio varejista goiano cresceu 3,7% em janeiro de 2026, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Este desempenho superou a média nacional, conforme revela a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor de móveis foi o grande responsável por esse resultado positivo, apresentando uma elevação de 21,2% nas vendas em relação a janeiro de 2025.

Na análise mensal, o comércio varejista goiano avançou 0,2% em janeiro em comparação ao mês imediatamente anterior, de acordo com a série com ajuste sazonal. No acumulado do ano, o crescimento foi de 3,7%, e, na variação em 12 meses, a alta registrada foi de 1,4%.

“Começamos o ano de 2026 muito bem posicionados, com crescimento do comércio varejista em Goiás e resultados acima da média nacional. Isso demonstra as bases sólidas da nossa economia, a diversificação produtiva e um ambiente cada vez mais favorável aos negócios, que o Governo de Goiás, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, tem construído em parceria com os empresários e com a população goiana”, destaca o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho.

Setores em destaque

Além do setor de móveis, outros segmentos contribuíram para o resultado positivo do varejo goiano em janeiro de 2026 na variação interanual. Móveis e eletrodomésticos apresentaram altas de 7,4%, enquanto combustíveis e lubrificantes tiveram um crescimento de 7,3%. O grupo de tecidos, vestuário e calçados também se destacou, avançando 6,5% e mantendo uma trajetória positiva.

Os setores de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos cresceram 6,3%. Eletrodomésticos tiveram um aumento de 5,8%, e hipermercados e supermercados registraram uma alta de 2,4% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Sobre a PMC

A Pesquisa Mensal de Comércio produz indicadores que possibilitam acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no Brasil, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, cuja atividade principal é o comércio varejista.

Com informações:https://noticiatodahora.com.br/

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