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terça-feira, 28 de novembro de 2023

Cirurgia de catarata é a mais realizada pelo SUS em Goiás

 


De acordo com o governo do estado, uma das principais dificuldades para redução da fila de cirurgias eletivas são os cadastros incompletos e a complexidade em localizar pacientes que tenham mudado de endereço

De janeiro a outubro deste ano, foram realizadas 80.321 cirurgias eletivas no estado de Goiás. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o resultado representa uma redução de 63% da fila de espera. O tipo de procedimento mais realizado no período foi cirurgia de catarata, com 110% do total. 

A oftalmologista Fabíola Gavioli Marazato explica que a cirurgia de catarata é um processo de retirada da lente natural do olho, que acaba sendo prejudicada com o passar do tempo e com o avanço da idade. 

“A catarata é uma opacificação do cristalino, que é uma lente natural que nós temos dentro do olho e, por alguns motivos, principalmente pela idade, ele pode ficar opaco e isso torna a visão mais nublada. Então é necessário fazer a cirurgia que, hoje, é a única opção de tratamento”, explica a médica. 

A especialista também destaca que o procedimento é seguro e que é importante para as pessoas que necessitam. Além disso, segundo ela, as possibilidades de complicação são baixas. 

“São questões físicas clínicas que também determinam qual possibilidade de complicação, mas a cirurgia é muito segura. Em relação a recuperação todo mundo vai ter  uma questão de tempo, algumas pessoas vão ter uma recuperação mais cedo e outras pessoas vão ter mais tarde”, complementa.

Entre os procedimentos realizados também estão a retirada de fio ou pino, colecistectomia, hérnia e laqueadura .De acordo com o governo do estado, dos 40 municípios participantes da iniciativa, 12 ainda não receberam 1% das programações de cirurgias, até outubro. No entanto, a cidade de Aparecida de Goiânia, por exemplo, foi a que mais recebeu procedimentos. 

O governo de Goiás destaca que uma das principais dificuldades para concluir todas as cirurgias são os cadastros incompletos e a complexidade em localizar pacientes que tenham mudado de endereço.
 



Fonte: Brasil 61

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