educação

educação

sábado, 25 de julho de 2026

QUANDO A POLÍTICA ESCOLHE COOPERAR, QUEM GANHA É A POPULAÇÃO

 


A sociedade espera resultados. Espera escolas melhores, estradas mais seguras, investimentos na saúde, apoio à segurança pública e oportunidades que promovam qualidade de vida. Mas nenhuma dessas conquistas acontece de forma isolada.

O desenvolvimento de um Estado depende da capacidade de diferentes instituições trabalharem em parceria. Enquanto o Executivo executa políticas públicas, o Legislativo exerce seu papel de fiscalizar, propor soluções e destinar recursos que ajudam a transformar projetos em realidade. Quando essa cooperação acontece de forma responsável, quem colhe os benefícios é a população.

É nesse contexto que se insere a atuação do deputado Anderson Teodoro. Por meio da destinação de emendas parlamentares, seu mandato tem contribuído para fortalecer ações em diversas áreas, em parceria com o Governo de Goiás e com os municípios. Educação, infraestrutura, segurança pública, saúde e assistência social estão entre os setores contemplados por investimentos que ajudam a ampliar a capacidade de atendimento e melhorar a vida das pessoas.

Mais do que números ou valores, cada recurso representa uma oportunidade de atender necessidades reais da população. Uma escola equipada, uma estrada recuperada, investimentos que fortalecem a segurança pública ou melhorias em serviços essenciais demonstram que a cooperação entre as instituições pode produzir resultados concretos.

Quando cada esfera do poder cumpre seu papel com responsabilidade e trabalha em sintonia, os recursos públicos deixam de ser apenas previsões orçamentárias e passam a se transformar em benefícios que chegam aos municípios e fazem diferença na vida das pessoas.


PARCERIAS FORTALECEM O ESTADO.

INVESTIMENTOS TRANSFORMAM VIDAS.



Fonte: Grupo Mídia Águas Lindas 

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Polêmica no Núcleo Bandeirante: Justiça suspende nome de feira em homenagem ao pai de Ibaneis Rocha

 

  • Juiz aponta possível violação ao princípio da impessoalidade e determina retirada de placas na Feira do Núcleo Bandeirante

A Justiça do Distrito Federal suspendeu nesta quinta-feira,23, o nome “Feira Ibaneis Rocha Barros Pai”, dado à Feira Permanente do Núcleo Bandeirante.

A decisão liminar foi proferida pelo juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros, da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal, em ação popular apresentada pelo pré-candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB-DF, Ricardo Cappelli.

Local passou há cerca de três anos por uma reforma completa

O magistrado afirmou haver indícios de que a denominação do espaço público possa violar o princípio constitucional da impessoalidade, que impede o uso da administração pública para promoção de autoridades ou agentes políticos.

A homenagem faz referência ao pai do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha. Segundo o juiz, o vínculo familiar e a coincidência dos nomes permitem uma associação entre a denominação da feira e a figura do político.

Para Maroja, o fato de o nome homenageado ser o do pai do ex-governador não afasta, por si só, a possibilidade de promoção pessoal indireta.

A decisão determina que o Governo do Distrito Federal deixe de utilizar imediatamente a denominação em documentos oficiais, atos administrativos, comunicações institucionais e peças publicitárias.

O Distrito Federal também terá 30 dias para retirar placas, fachadas, sinalizações e outros registros com o nome suspenso.

Segundo o magistrado, a manutenção da denominação poderia representar uma violação constitucional continuada, o que justificaria a concessão da medida antes do julgamento definitivo do processo.

A liminar é provisória. Os réus ainda serão citados para apresentar defesa, e o mérito da ação popular será analisado posteriormente pela Justiça.

A reportagem ainda não conseguiu falar com o ex-governador do DF, Ibaneis Rocha sobre o tema, mas o espaço fica aberto, caso queira se manifestar.

Fonte: https://blogdoamarildo.com.br/

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Ministério da Saúde e IBGE iniciam terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde

 


Levantamento vai visitar cerca de 140 mil domicílios até novembro e, pela primeira vez, incluirá exames de sangue e urina em parte dos participantes.

O Ministério da Saúde e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciaram a terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), um dos principais instrumentos para mapear as condições de saúde da população brasileira e subsidiar a formulação de políticas públicas.

A coleta de informações será realizada entre julho e novembro de 2026. Ao longo desse período, aproximadamente 1,8 mil entrevistadores do IBGE visitarão cerca de 140 mil domicílios distribuídos em todos os estados e no Distrito Federal. Durante as entrevistas, serão coletadas informações sobre hábitos de vida, doenças crônicas, acesso e utilização dos serviços de saúde, saúde mental, alimentação, prática de atividade física, consumo de álcool e tabaco, entre outros indicadores relacionados à qualidade de vida.

Uma das principais novidades desta edição é a inclusão, pela primeira vez, da coleta de sangue e urina em uma subamostra de 15 mil a 20 mil participantes com 35 anos ou mais, residentes em capitais e regiões metropolitanas. Os exames vão analisar indicadores como hemograma, perfil lipídico, hemoglobina glicada, creatinina, ácido úrico, sódio e potássio, além de sorologia para chikungunya e dosagem de chumbo e mercúrio. Os participantes receberão os resultados gratuitamente.

Segundo o Ministério da Saúde, os dados produzidos pela pesquisa serão fundamentais para orientar o planejamento do Sistema Único de Saúde (SUS), acompanhar a evolução das condições de saúde da população e monitorar metas nacionais e internacionais na área da saúde. A expectativa é que os resultados contribuam para o aperfeiçoamento de políticas públicas e para a definição de estratégias de prevenção e promoção da saúde em todo o país.
 



Fonte: Brasil 61

quarta-feira, 22 de julho de 2026

França aprova lei que proíbe redes sociais para menores de 15 anos

 



Projeto determina que crianças menores de 15 anos não poderão acessar redes sociais, como TikTok, Instagram e outras plataformas.


Por Giovanna Estrel


 

O Parlamento francês aprovou, nesta terça-feira (21/7), um projeto de lei que restringe o acesso de menores de 15 anos às redes sociais. A proposta, que ainda será analisada pelo Conselho Constitucional, faz parte da estratégia do governo de Emmanuel Macron para ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e, se validada, deverá entrar em vigor no início do próximo ano letivo.

A versão final do texto foi aprovada após um acordo entre deputados e senadores. No Senado, o projeto recebeu 243 votos favoráveis e apenas dois contrários. Em seguida, foi aprovado pela Assembleia Nacional por 279 votos a 81, consolidando a tramitação no Parlamento.

Em publicação nas redes sociais, Macron afirmou que a aprovação representa o cumprimento de um compromisso assumido por seu governo.

Eu havia me comprometido com isso, agora está votado: as redes sociais serão proibidas para menores de 15 anos a partir do início do ano letivo. Cabe ao Conselho Constitucional deliberar e, em seguida, mãos à obra para tornar essa medida concreta e proteger nossas crianças on-line”, escreveu o presidente no X.

O que prevê a proposta

O projeto determina que crianças menores de 15 anos não poderão acessar redes sociais, como TikTok, Instagram e outras plataformas. A expectativa do governo é que a restrição passe a valer a partir de setembro, quando os estudantes retornam às aulas após as férias.

O texto também amplia as limitações ao uso de celulares nas escolas francesas. Atualmente, a proibição já existe no ensino fundamental, e a nova legislação estende a regra para o ensino médio.

A regulamentação do acesso de crianças e adolescentes às plataformas digitais é uma das principais bandeiras do segundo mandato de Macron, que termina em maio de 2027. O governo também defende medidas para reduzir o tempo de exposição de jovens às telas.

Debate cresce na Europa

A discussão sobre o uso de redes sociais por menores de idade tem avançado em diferentes países. A pressão por regras mais rígidas aumentou desde dezembro do ano passado, quando a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a aprovar uma lei que proíbe o acesso de menores de 16 anos às plataformas.

Em junho deste ano, o Reino Unido seguiu o mesmo caminho e aprovou uma legislação semelhante para adolescentes com menos de 16 anos. As regras, porém, só devem entrar em vigor no início de 2027.

Na semana passada, a presidente da União Europeia, Ursula Von der Leyen, afirmou que irá propor a proibição do acesso a redes sociais para crianças menores de 13 anos, com base em um relatório feito por especialistas que recomenda um acesso gradual às redes, conforme a idade. Ela disse que pretende propor o projeto de lei após o verão europeu, que termina em setembro.



Fonte: METRÓPOLES

terça-feira, 21 de julho de 2026

5,5% das micro, pequenas e médias empresas concentram mais de R$ 80 bilhões em dívidas

 


Estudo da Serasa Experian mostra que a inadimplência simultânea entre empresas e seus principais sócios reúne os maiores volumes de crédito em atraso

Um levantamento da Serasa Experian revela que uma parcela relativamente pequena das micro, pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras concentra um volume expressivo de dívidas. Segundo a sétima edição do Panorama PME, empresas e seus principais sócios que estão simultaneamente inadimplentes representam apenas 5,5% da base analisada e acumulam R$ 80,6 bilhões em débitos. O boletim trimestral da Serasa Experian reúne informações relacionadas ao perfil das empresas, atividade econômica, acesso ao crédito, emprego e insolvência no segmento.

O estudo analisou 24,8 milhões de empresas ativas com faturamento anual estimado de até R$ 300 milhões e vínculo societário compatível, cruzando informações financeiras das empresas com as de seus sócios principais. A inadimplência considerada pelo levantamento corresponde a atrasos iguais ou superiores a 30 dias nas modalidades de cartão de crédito e capital de giro.

Para a Serasa Experian, os resultados evidenciam que a situação financeira dos empreendedores e de seus negócios tende a evoluir de forma interligada. "Embora representem uma parcela relativamente pequena das PMEs analisadas, os casos em que empresa e sócio principal estão simultaneamente inadimplentes concentram volumes expressivos de dívidas", afirma Cleber Genero, vice-presidente de Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian. 

Cartão de crédito e capital de giro concentram maior atraso  

O estudo revela que a maior concentração de débitos está nas operações em que há atraso tanto no cartão de crédito quanto no capital de giro. Nessa categoria, as pendências somam R$ 40,3 bilhões, o equivalente à metade do montante total observado pelo estudo.

Os atrasos exclusivamente em operações de cartão de crédito representam R$ 25,3 bilhões, enquanto as dívidas restritas ao capital de giro chegam a R$ 15 bilhões. Juntas, as três modalidades totalizam os R$ 80,6 bilhões identificados pela pesquisa.

Empresas inadimplentes com sócios adimplentes somam R$ 43,9 bilhões

Outro perfil de risco apontado no levantamento são as empresas inadimplentes cujos sócios permanecem financeiramente regulares. Esse grupo representa 2,2% da base analisada e concentra R$ 43,9 bilhões em dívidas.

Desse total, R$ 21,9 bilhões correspondem a empresas com atrasos simultâneos em cartão de crédito e capital de giro, enquanto R$ 12,4 bilhões referem-se apenas ao cartão de crédito e R$ 9,6 bilhões ao capital de giro.

Já a maior parte das empresas analisadas (92,2%) não possui inadimplência nas modalidades avaliadas. Dentro desse grupo, 52,2% mantêm tanto a empresa quanto o sócio em situação regular, enquanto 40% apresentam sócios inadimplentes, embora o CNPJ permaneça adimplente.

Empresas com mais tempo de mercado lideram em valores em atraso

Embora os negócios com entre um e cinco anos de atividade representem a maior parcela dos casos de inadimplência simultânea (38,6%), os maiores valores financeiros estão concentrados em empresas mais maduras.

Os empreendimentos com 10 a 20 anos de atividade acumulam R$ 26,7 bilhões em crédito contratado e R$ 11,6 bilhões em atrasos. Já as empresas com cinco a dez anos de mercado reúnem R$ 26,1 bilhões em crédito e R$ 13,5 bilhões em inadimplência.

Segundo a Serasa Experian, o resultado indica que, embora empresas mais jovens apareçam com maior frequência entre os casos analisados, os maiores riscos financeiros permanecem concentrados em negócios já consolidados.

Comércio lidera em valores, Serviços em ocorrências

Na análise por setor econômico, o estudo mostra cenários distintos quando considerados o número de ocorrências e o volume financeiro das dívidas.

  • Serviços: concentra 48,8% dos casos de inadimplência simultânea entre empresas e sócios, liderando em quantidade de ocorrências.
  • Comércio: reúne o maior volume financeiro, com R$ 35,3 bilhões em crédito contratado e R$ 16,1 bilhões em atrasos.
  • Serviços: aparece na sequência em volume financeiro, somando R$ 31,5 bilhões em crédito e R$ 16 bilhões em pendências.


Fonte: Brasil 61

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Eleições 2026: TSE abre período de convenções partidárias

 


Partidos políticos e federações terão até 5 de agosto para definir candidatos e registrar atas em sistema totalmente digital

A partir desta segunda-feira (20), começa o período para realização das convenções partidárias para as Eleições Gerais de 2026. Até 5 de agosto, partidos políticos e federações partidárias poderão realizar encontros presenciais, virtuais ou híbridos para definir seus candidatos e candidatas e formalizar as coligações para as disputas majoritárias e proporcionais. 

As convenções devem seguir as regras previstas na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e na Resolução nº 23.609/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Para que a convenção seja válida, a legenda ou federação precisa estar com a situação jurídica regular na data do evento. No caso dos partidos políticos, é necessário que o órgão de direção tenha sido devidamente escolhido de acordo com o estatuto da sigla e do respectivo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Já as federações devem contar com pelo menos um partido integrante que atenda a esses requisitos.

Ata e lista de presença 

Após a realização da convenção, a ata do encontro e a lista de presença dos participantes deverão ser registradas obrigatoriamente no Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex). Os dados devem ser enviados à Justiça Eleitoral pela internet até o dia seguinte ao evento

Entre as novidades das eleições deste ano está a modernização do sistema. O CANDex passa a operar integralmente em plataforma web, permitindo acesso por qualquer dispositivo conectado à internet, sem necessidade de instalação ou atualização manuais de software pelas legendas. 

A mudança traz uma série de impactos práticos para partidos e federações. 

Na área de segurança, presidentes e delegados partidários deverão acessar o sistema por meio das credenciais do aplicativo e-Título ou da conta gov.br, com autenticação em dois fatores. Segundo o TSE, o procedimento aumenta a segurança e garante a rastreabilidade das ações realizadas no sistema. 

Outra novidade é a integração direta com o cadastro eleitoral. Assim que o nome de um candidato for incluído na ata da convenção, o CANDex preencherá automaticamente os dados pessoais disponíveis. Caberá aos partidos conferir e validar as informações antes do envio, permanecendo responsáveis pelo conteúdo registrado. 

Também deixa de existir o livro físico de atas rubricado. A ata passará a ser preenchida diretamente no sistema, enquanto a presença dos convencionais poderá ser registrada de forma digital ou híbrida, por meio de assinatura eletrônica ou de registro biométrico e de imagem que identifique os participantes. 

Após o recebimento dos pedidos de registro de candidatura apresentados por partidos, federações ou coligações, a Justiça Eleitoral encaminhará automaticamente os dados à Secretaria da Receita Federal para emissão do CNPJ de campanha. O órgão terá o prazo de até três dias úteis para concluir o procedimento. 

Regras para as federações

O TSE também chama a atenção para as regras específicas das federações partidárias. Diferentemente das coligações, que existem apenas durante o processo eleitoral, as federações funcionam como uma única associação por um período mínimo de quatro anos

Por isso, não serão aceitas atas de convenção apresentadas isoladamente por partidos que integrem uma federação. As decisões sobre escolha de candidatos e distribuição de vagas deverão constar em um único documento, elaborado e transmitido pela própria federação. 

VEJA MAIS:



Fonte: Brasil 61

domingo, 19 de julho de 2026

GOVERNO DE GOIÁS E PREFEITURAS DISCUTEM AVANÇO DE PROJETO DE BRT PARA O ENTORNO

 



A proposta de implantação de um BRT que deverá ligar Luziânia a Santa Maria (DF) avançou em reunião realizada nesta semana. O projeto abrange os municípios de Cidade Ocidental, Novo Gama e Valparaíso de Goiás.

A reunião, realizada na última quinta-feira (16), contou com a presença do prefeito de Valparaíso de Goiás, Marcus Vinicius, da deputada estadual Dra. Zeli, do secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal, Rafael Lustosa, do superintendente de Transporte da Secretaria-Geral de Governo (SGG), Jean Damas, além de outros representantes.

Na ocasião, foi apresentada a etapa final do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), documento que avalia aspectos como o traçado do sistema, a demanda de passageiros, os custos e os impactos da futura obra.

O projeto prevê a implantação de um sistema BRT (Bus Rapid Transit), modelo de transporte coletivo que opera em corredores exclusivos para ônibus, com a proposta de reduzir o tempo de deslocamento, aumentar a regularidade das viagens e oferecer mais conforto e segurança aos passageiros.

A proposta, no entanto, é vista como uma promessa que esteve engavetada por anos para os moradores do Entorno, que aguardam com expectativa a concretização da obra. Para a população que depende diariamente do deslocamento entre Goiás e o Distrito Federal, o avanço do projeto representa a esperança de uma melhoria real na mobilidade e na qualidade do transporte público.

Segundo o secretário de Estado do Entorno do Distrito Federal, Rafael Lustosa, o projeto poderá ampliar a mobilidade e oferecer melhores condições para quem depende diariamente do transporte público entre o Entorno e o Distrito Federal.

A implantação do corredor de transporte faz parte das obras previstas no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) desde 2023.


Leia mais notícias em entornonews.com.br


#noticias #novogama #entornododf #df #brt

QUANDO A POLÍTICA ESCOLHE COOPERAR, QUEM GANHA É A POPULAÇÃO

  A sociedade espera resultados. Espera escolas melhores, estradas mais seguras, investimentos na saúde, apoio à segurança pública e oportun...

Popular Posts