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domingo, 8 de setembro de 2024

Infraestrutura | Energia Energia: Aneel aciona bandeira vermelha patamar 1 após correções do ONS

 


Segundo o esquema de cobrança da Aneel, o acréscimo nas tarifas será de aproximadamente R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) comunicou o acionamento da bandeira tarifária vermelha patamar 1, em setembro, depois que o Operador Nacional do Sistema (ONS) fez uma correção de informações do Programa Mensal de Operação (PMO). Anteriormente, a Aneel havia anunciado a bandeira vermelha patamar 2 nas contas de energia elétrica deste mês. Com a correção, haverá um acréscimo de aproximadamente R$ 4,46, um pouco menor que o anunciado no final de agosto.

Por conta dessa alteração, a Aneel solicitou à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) uma avaliação das informações e o recálculo dos dados que indicaram o acionamento da bandeira vermelha patamar 1. Além disso, a diretoria da agência informou que serão instaurados processos de fiscalização para auditar os procedimentos dos agentes envolvidos na definição da PMO e cálculo das bandeiras.

A Aneel esclarece que a mudança da bandeira tarifária é válida desde 1° de setembro. Para as contas que já foram faturadas com o patamar 2, a devolução da diferença será feita até o segundo ciclo posterior à constatação do ajuste.

Bandeira vermelha

Segundo a Aneel, o aumento da tarifa de energia elétrica foi motivado pela previsão de chuvas abaixo da média nos reservatórios das hidrelétricas, o que provocou o acionamento das usinas termelétricas, que são mais caras para produzir energia.

Essa é a primeira vez desde agosto de 2021 que a bandeira vermelha patamar 2 é acionada. Desde então, houve uma sequência de bandeiras verdes, quando não há cobrança extra da fatura de energia elétrica. Apenas em julho deste ano os boletos vieram com bandeira amarela (R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos), seguido por bandeira verde novamente em agosto.

Segundo o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília (UnB) Ivan Camargo, o esquema de bandeiras tarifárias permite que o consumidor saiba com antecedência quando a cobrança será mais cara.

“Antigamente, antes do uso da bandeira tarifária, o consumidor só saberia que a energia estava cara no ano seguinte, no reajuste da conta de luz. Hoje, temos um sinal instantâneo. A gente sabe que, nesse mês de setembro, teremos o custo da energia mais cara. É uma forma de indicar ao consumidor que, nesse período do ano, período historicamente seco, nós teremos uma energia mais cara devido ao uso das termoelétricas.”

Segundo a Aneel, antes do esquema de bandeiras, o repasse dos custos de acionamento das termelétricas na seca, por exemplo, era feito apenas no reajuste tarifário anual. Dessa forma, o brasileiro não sabia quando deveria diminuir o consumo.

Mas, para o professor Ivan Camargo, o uso consciente de energia elétrica deve ser feito o ano todo, independentemente da bandeira tarifária em vigência.

“Nós estamos passando por um período dificílimo. O pessoal chama de transição energética, os problemas climáticos que estamos sofrendo. Todo consumidor consciente tem que economizar energia porque a produção da energia elétrica, ou qualquer outra energia, produz efeitos climáticos e ambientais, de forma que o consumo tem que ser sempre consciente.”

Entre as principais recomendações para evitar o desperdício da energia elétrica estão: 

  • evite tomar banhos longos em chuveiro elétrico;
  • não deixe luzes acesas durante o dia ou em ambientes desocupados;
  • opte por comprar aparelhos com o selo de eficiência A do Inmetro e lâmpadas de LED, que são mais eficientes e gastam menos;
  • acumule roupas para lavar e passar de uma vez;
  • priorize a iluminação e ventilação natural, entre outras.

ONS recomenda uso de térmicas para compensar falta de chuvas no Norte

Energia elétrica mais barata em agosto: bandeira tarifária volta a ser verde



Fonte: Brasil 61

sábado, 7 de setembro de 2024

Dois acidentes com veículos de carga congestionam o Anel Viário de Goiânia

 

Os dois acidentes aconteceram no intervalo de 24h e causaram interdições temporárias e espalharam cargas de diesel e vidro pela pista, sem feridos


Dois acidentes envolvendo veículos de carga causaram congestionamentos no Anel Viário de Goiânia, região sul da capital, nas últimas 24 horas. Os acidentes ocorreram na quinta-feira, 5, com o primeiro acidente registrado pela manhã e o segundo no período noturno.


No primeiro acidente, uma carreta carregada com óleo diesel tombou no km 36, derramando parte da carga na pista. O condutor, de 37 anos, não sofreu ferimentos. No segundo acidente, por volta das 22h30, outra carreta que transportava vidros temperados também tombou, resultando no derramamento de estilhaços de vidro na via. O condutor também não se feriu.

— Divulgação: PRF

Ambos os condutores passaram pelo teste do bafômetro, que não indicou a presença de álcool no organismo. As empresas responsáveis pelas cargas realizaram a limpeza dos locais dos acidentes. O trânsito foi restabelecido no primeiro caso por volta das 17h e no segundo sinistro às 11h30 nesta sexta-feira, 6.

Fonte:  https://www.dm.com.br/

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Incêndio atinge serra das areias em Aparecida de Goiânia

 

Divulgação / Corpo de Bombeiros

O incêndio foi controlado na madrugada desta quarta-feira



A área de Proteção Ambiental Serra das Areias, em Aparecida de Goiânia foi atingida por um incêndio na tarde da ultima terça-feira, 3. O Corpo de Bombeiros, a Secretária de Meio Ambientes e Sustentabilidade, juntamente com os proprietários de chácaras na região foram chamados para realizar uma força tarefa em combate às chamas.

O incêndio foi controlado durante a madrugada, porém a área segue sob monitoramento para evitar novos inicios e garantir a segurança da reserva. Há um pequeno foco em uma área de difícil acesso, porém a corpo de bombeiros conta com a ajuda de drones para monitorar a região e manter o controle da situação.

Fonte:  https://www.dm.com.br/

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Desenvolvimento Regional | MIDR recebe o Programa Calha Norte em janeiro de 2025

 


Para o ministro Waldez Góes, quase 100% do que o programa faz tem relação direta com o Desenvolvimento Regional

O Programa Calha Norte (PCN) vai para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) a partir de janeiro de 2025. Nesta quarta-feira (4), os ministros Waldez Góes, José Múcio (Defesa) e Esther Dweck (Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) assinaram uma portaria para criação de um Grupo de Trabalho (GT) com foco em mudar o programa do Ministério da Defesa.

Dessa forma, o ministro Waldez Góes passará a ser o responsável pelo PCN, que tem como objetivo levar desenvolvimento à região da Amazônia Legal e beneficiar os pequenos municípios afastados dos grandes centros urbanos e localizados na faixa de fronteira. Waldez foi presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal em duas oportunidades e comentou a ação do programa em toda a região. “O histórico da participação do Calha Norte no processo de desenvolvimento da Amazônia Legal é digno de aplausos. Não temos o que questionar sobre a importância do Ministério da Defesa com relação a esse programa na Amazônia Legal. Foram conquistados muitos resultados em locais em que era difícil chegar obra, investimentos. A atuação do Governo Federal, por meio do Ministério da Defesa, beneficiou muitos municípios”, ressaltou o ministro Waldez Góes.

A respeito da mudança do Calha Norte para o MIDR, Waldez foi enfático. “Houve uma decisão do presidente Lula para o ministro Múcio, para a ministra Esther e para mim, que foi de cuidar da parte legal e administrativa de transferir o programa para o MIDR, uma vez que quase 100% do que o Calha Norte faz tem relação direta com o Desenvolvimento Regional. Então é uma organização administrativa do Estado para que as políticas públicas sejam melhor aplicadas”, declarou.

O ministro José Múcio disse que a decisão pela transferência é justa. “A Defesa vinha fazendo um trabalho que é de Desenvolvimento Regional, fugindo da finalidade do nosso ministério. As Forças Armadas devem trabalhar na área delas, não devem fazer o trabalho que vinham fazendo porque isso confundia, misturava as coisas, atrapalhava a nossa gestão. Estamos deixando de fazer o que não é do nosso ministério e nem temos conhecimento para isso, e meu desejo é que as Forças Armadas voltem para os quartéis para cumprirem suas obrigações”, argumentou.

A ministra Esther Dweck se juntou aos colegas para organizar a mudança do programa. Ela explicou a função do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos nesse processo. “Nosso papel é ajudar os dois ministérios nessa transferência para que não tenhamos problema na hora de executar a política. Nós debatemos isso há muito tempo, mas não tinha um prazo. Agora, temos um prazo e estruturamos um plano de trabalho bem definido para promovermos essa mudança”, disse.

O Calha Norte entrega obras de infraestrutura por meio de parceria com o Poder Legislativo. São obras nas áreas da saúde, educação, esporte, segurança pública e desenvolvimento econômico, beneficiando principalmente as famílias brasileiras mais carentes e vulneráveis.

Os recursos da União são provenientes de emendas parlamentares. Cabe aos deputados federais e senadores indicarem quais municípios serão contemplados e quais obras serão realizadas ou equipamentos adquiridos para atender a população.

O PCN abrange, atualmente, 442 municípios distribuídos em dez estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Ao todo, são 5.986.784 km², ou seja, 70,3% do Brasil, afetando a vida de cerca de 16 mil habitantes.

Outro dado relevante é que o PCN engloba 85% da população indígena brasileira em uma área que corresponde a 99% da extensão das terras deles.

Tramitação

A partir de 1º de janeiro de 2025, um Grupo de Trabalho interministerial vai elaborar um relatório de mapeamento das ações necessárias para a transferência do Programa Calha Norte do Ministério da Defesa para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

O GT será composto por integrantes dos dois ministérios, além do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, que, eventualmente, participará das reuniões.

O GT terá prazo de até sessenta dias, prorrogável por mais trinta dias, para o desenvolvimento dos trabalhos e a elaboração de um relatório final, que será submetido à apreciação das autoridades máximas dos três ministérios. O documento irá conter as minutas dos atos propostos e o resultado da análise realizada.

Fonte: MIDR



Fonte: Brasil 61

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Anatel oferece troca gratuita para parabólica digital a famílias de baixa renda

 

A troca será coordenada pela entidade Siga Antenado, entidade criada pela Anatel, responsável pela instalação dos novos equipamentos


Famílias de baixa renda inscritas em programas sociais do Governo Federal (CadÚnico) e que possuam uma parabólica tradicional instalada e funcionando em casa poderão substituir gratuitamente seus equipamentos antigos pela nova parabólica digital. A troca será coordenada pela entidade Siga Antenado, entidade criada pela Anatel, responsável pela instalação dos novos equipamentos.

A troca para a nova parabólica digital é essencial para quem deseja continuar assistindo à TV aberta via satélite, uma vez que as parabólicas tradicionais deixarão de funcionar em breve. A migração para essa nova tecnologia é obrigatória, com várias emissoras já desligando seus sinais analógicos e outras previstas para seguir o mesmo caminho.

Esses novos equipamentos oferecem vantagens como imagem e som de melhor qualidade, eliminando problemas comuns nas parabólicas tradicionais, como chuviscos e chiados. Além disso, a nova tecnologia inclui a transmissão de canais regionais, algo que não era possível com as antenas antigas.

— Divulgação: Siga Antenado/Anatel

Famílias inscritas em programas sociais do governo federal e que possuem uma parabólica tradicional em funcionamento têm direito ao kit gratuito da nova parabólica digital. Para mais informações sobre como garantir o kit gratuito, os interessados podem acessar o site sigaantenado.com.br ou ligar para o número 0800 729 2404, que também está disponível via WhatsApp.

A Siga Antenado esclarece que:

Apenas quem possui uma parabólica antiga funcionando e é beneficiário de um dos programas do Governo pode receber os novos kits gratuitamente.

A programação da nova parabólica digital continua sendo gratuita, oferecendo mais de 80 canais nacionais e regionais. Não há cobranças pelo sinal de TV.

A Siga Antenado não entra em contato diretamente com as famílias. Interessados devem procurar os canais oficiais para verificar sua elegibilidade e agendar a instalação.

Fonte: https://www.dm.com.br/

terça-feira, 3 de setembro de 2024

Economia | ApexBrasil HISTÓRIAS EXPORTADORAS: confira a trajetória de empresa de semijoias da flora brasileira, que superou desconfiança e agora conquista clientes no exterior

 


Empreendedora decidiu fabricar anéis, brincos e outros acessórios a partir de folhas, flores e sementes naturais. Com apoio da ApexBrasil, já está presente nos EUA, França, Japão e outros sete países

A empreendedora Isabel Ribeiro apostou na diversidade da flora brasileira para mudar a história do próprio negócio, em 2008. Em busca de um produto que pudesse destacar a empresa no mercado de semijoias, ela passou a fabricar acessórios tendo como base uma folha encontrada no Cerrado, em vez dos tradicionais metais. Assim nasceu a Amarjon Biojoias, em Juiz de Fora (MG).

"O início foi bem difícil, porque a biojoia é desconhecida no mercado e o processo produtivo por ser muito artesanal, acaba se tornando de alto valor. Foi difícil entrarmos no mercado, encontrarmos o cliente certo que valorizasse essa produção. Primeiro, começamos banhando apenas uma folha, que era uma folha extraída do Cerrado brasileiro, e aos poucos fomos aumentando com diversas espécies da flora brasileira", conta. 

À medida que a equipe percebia ter a técnica necessária para transformar mais elementos da natureza em semijoias, a empresa aumentava o número de espécies a serem banhadas a ouro. Folhas, flores e até sementes naturais passaram a servir de base para anéis, braceletes, brincos, colares, pingentes e pulseiras. 

Com o passar dos anos, a proposta inovadora e com pegada sustentável passou a atrair cada vez mais clientes no mercado nacional, o que fez a equipe saltar de três para 15 funcionários, aumentando a capacidade produtiva para três mil peças mensais. 

Se no Brasil Isabel teve que vencer uma resistência inicial quanto às biojoias, no exterior a recepção foi diferente. "Um cliente da Dinamarca iniciou de forma pequena e conseguiu atrair investidores para o negócio. Nós vimos o quanto o nosso produto estava valorizado lá fora. Isso despertou em nós o desejo de expandirmos para outros países", revela. 

Processo de internacionalização

Em busca de novos mercados no exterior, a empreendedora conheceu o Programa de Qualificação para Exportação (Peiex) da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O Peiex tem o objetivo de preparar empresas brasileiras para atuarem no comércio global. 

Ela afirma que participar da iniciativa lhe ajudou a entender o comércio internacional com mais propriedade. "Não basta você querer exportar. O que que você apresenta? Quais os diferenciais competitivos que a tua empresa tem para oferecer que vão atrair o mercado externo? Tudo isso vai sendo construído à medida que a gente vai participando de todas as capacitações, de todos os eventos que nos são oferecidos. Isso nos deu suporte para termos uma visão melhor do mercado externo e uma visão melhor da nossa própria empresa, dos processos internos que precisavam ser aperfeiçoados para nós termos uma estrutura melhor e fazermos boas exportações e boas negociações também", explica. 

A parceria com a ApexBrasil deu tão certo que a Amarjon Biojoias já exporta para nove países, entre eles Estados Unidos, França e Japão. Recentemente, a empresa fechou um acordo com investidores da Turquia para a abertura de uma loja com biojoias em Istambul. Será a primeira loja internacional da marca, que já conta com três estabelecimentos no Brasil. 

Isabel diz que a capacitação obtida por meio do Peiex foi fundamental para o crescimento da empresa. "Sem a Apex nós não estaríamos onde estamos. Aconselho a todas as empresas que têm o desejo de expandir no mercado internacional que procurem a Apex. Isso vai agregar e trazer bons resultados", recomenda. 

Peiex

O Peiex é um programa de capacitação oferecido pela ApexBrasil para empresas brasileiras que estão começando o processo de exportação. Por meio de parcerias com instituições de ensino de todo o país, empresários de todos os portes aprendem sobre o funcionamento do mercado internacional e são capazes de ajustar seus negócios para a exportação. 
De 2021 a 2023, o programa já treinou mais de cinco mil empresas, das quais 827 exportaram, faturando US$ 3,16 bilhões. 

Para mais informações sobre o Peiex, clique aqui. Se quiser saber mais sobre outros programas da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, acesse www.apexbrasil.com.br

HISTÓRIAS EXPORTADORAS: artesanato feito a partir do capim-dourado leva produtos da Yetu Biojoias para Portugal

HISTÓRIAS EXPORTADORAS: "O que começou como um hobby virou meu mundo de cabeça para baixo", diz designer de joias que ganhou 13 prêmios internacionais



Fonte: Brasil 61

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Quatro veículos roubados são recuperados em operações em Goiás

 

Os veículos, incluindo um carro de luxo e três semi-reboques, foram recuperados pela PRF em ações realizadas na BR-153, em Morrinhos, e em Anicuns


Duas pessoas foram levadas à delegacia, e quatro veículos roubados foram recuperados em Goiás pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na quinta-feira, 29, em duas operações diferentes. Entre os veículos apreendidos estão um carro de luxo e três semi-reboques.

Na primeira operação, realizada na BR-153, no município de Morrinhos, os agentes da PRF abordaram um conjunto veicular composto por dois semi-reboques e um dolly. Segundo os agentes, a pesquisas realizadas no sistema revelou que os veículos tinham registro de roubo em São Paulo. Os três veículos, juntamente com o condutor, foram encaminhado para a delegacia da Polícia Civil em Morrinhos, que dará continuidade ao caso.


Em outra ação no mesmo dia, uma equipe da PRF, que retornava de uma operação na região de Jussara, realizou uma abordagem na cidade de Anicuns. O veículo abordado, uma Toyota SW4 Diamond com placas do Ceará, foi identificado como roubado no estado do Rio Grande do Norte. O motorista, um comerciante de 45 anos, alegou que o carro pertencia a um parente e que não estava com os documentos do veículo no momento da abordagem.

O veículo de luxo e o condutor foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Itaberaí, onde o comerciante prestará os devidos esclarecimentos sobre a posse do carro.

Fonte: https://www.dm.com.br/

CUIDANDO DE CADA CANTO DA CIDADE

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